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A história do ozônio

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1. História do ozônio

O físico holandês chamado Van Marum, foi a primeira pessoa que detectou o gás ozônio por volta do ano de 1785. Na descrição de seus experimentos, ele mencionou a percepção de um odor peculiar que era gerado ao redor de suas máquinas eletrostáticas.

No entanto, a descoberta do ozônio foi mencionada muitas décadas depois, em um manuscrito do pesquisador alemão Dr. Christian Friedrich Schoenbein, com a data de 1840. Essa descoberta foi apresentada à Universidade de Munique.

Schoenbein havia notado o mesmo cheiro característico durante seus experimentos, que Van Marum tinha identificado antes. Ele chamou esse gás de “ozein”, que em grego pode significar “aquilo que cheira/cheiro/odor”. Por isso, a descoberta do ozônio é atribuída a Schoenbein.

Além disso, ele também é citado como a primeira pessoa a pesquisar os mecanismos de reação do ozônio e da matéria orgânica.

Depois de 1840, muitos estudos sobre o poder de desinfecção do ozônio aconteceram. O primeiro gerador de ozônio foi fabricado em Berlim pela Von Siemens, por volta de 1857. Este fabricante também escreveu um livro sobre a aplicação do ozônio na água. Isso levou à realização de uma série de projetos-piloto, durante os quais se pesquisou o mecanismo de desinfecção do ozônio.

Em 1856, apenas 16 anos após sua descoberta, o ozônio foi usado pela primeira vez em um estabelecimento de saúde para desinfetar salas de operação e esterilizar instrumentos.

Existem registros que, no ano de 1890 a Alemanha identificou a atividade bactericida múltipla com o uso do gás ozônio para Cólera, Salmonella, Shigella, Bacilo da tuberculose e outras.

Em 1892, a revista The Lancet publicou um artigo descrevendo a administração do ozônio para o tratamento da tuberculose.

Em 1896, Nicola Tesla patenteou seu primeiro Gerador de Ozônio e criou a Tesla Ozone Co. Tesla vendeu máquinas de ozônio e óleo ozonizado para uso médico.

O “Dicionário de Prática Matéria Médica” de 1902, menciona o uso da água ozonizada (“Oxygenium”) no tratamento de anemia, câncer, diabetes, gripe, intoxicação por morfina, aftas, etc

Já o químico francês Marius Paul Otto concluiu seu doutorado em 1897 com sua tese intitulada “Pesquisas sobre o ozônio’. E, em 1907, criou a “General Ozone Company” que se tornou a “Water and Ozone Company”, a primeira empresa a usar ozônio para esterilização de água na época.

No decorrer da 1ª Guerra Mundial, entre os anos de 1914 e 1918, os médicos alemães e ingleses utilizaram o ozônio no tratamento de feridas em soldados.

Desde o século XIX, a Ozonioterapia médica era usada na Alemanha, inicialmente para combater a ação de bactérias e germes na pele humana.

Em 1930, o dentista suíço Dr. E. A. Fisch começou a utilizar ozônio em odontologia, e escreveu diversos artigos sobre ozônio.

No ano de 1935, Erwin Payr, que era considerado um excelente médico, conhecido por sua experiência em todas as facetas da cirurgia. Foi o primeiro cirurgião a usar tratamentos com ozônio para controlar e matar bactérias, uma prática que aprendeu com o seu dentista, o suíço Dr. E.A. Fisch. Em 1935 ele publicou Über Ozonbehandlung in der Chirurgie (Tratamento com Ozônio em Cirurgia).

A ausência de materiais adequados e resistentes à oxidação – como plásticos para aplicação local de ozônio em feridas, ou insuflação retal do gás – tornava sua utilização complicada, razão pela qual foi esquecida durante um tempo.

O médico paulista Dr. HEINZ KONRAD foi o responsável por introduzir no Brasil, em 1975, o tratamento com ozônio medicinal, utilizado com sucesso até hoje. Sendo a mais longa experiência a nível profissional com ozonioterapia registrada no Brasil.

O seu trabalho já foi apresentado, em forma de conferências, palestras, congressos nacionais e internacionais. Sendo a primeira vez em 1978, na Alemanha, depois em 1983 nos Estados Unidos e Japão em 1985.

Já na Alemanha, o também médico, Dr. Hans H. Wolff dedicou sua vida à pesquisa e à aplicação do ozônio, onde, em 1979, um ano antes de sua morte, publicou o livro “O Ozônio Medicinal”, onde apresenta sua pesquisa e prática médica com o uso do ozônio. É o fundador da Sociedade Médica Alemã de Ozônio, que posteriormente recebeu o nome de Sociedade Médica para Aplicação Preventiva e Terapêutica do Ozônio.

No século XXI, com todo o progresso na área da tecnologia, os estudos estão cada vez mais avançados e vem demonstrando que o ozônio tem um alto poder de oxidação, tornando um agente antimicrobiano poderoso e confiável contra bactérias, fungos, protozoários e vírus. E ainda, possui a capacidade de estimular a circulação sanguínea e a resposta imune.

O ozônio, como oxi-sanitização, já vem sendo utilizado em diversos segmentos de mercado, tendo resultados positivos.

Gerador de ozônio- aplicações de gás ozônio

No nosso blog é possível encontrar vários posts falando sobre aplicações do ozônio.

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2. Dúvidas

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