Misturadores de Gases, Analisadores de Gases, Reguladores de Pressão e Válvulas

Guia Completo sobre Misturadores de Gases e suas diversas aplicações

Autor: Miguel Gil

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Muita Espuma no Final do Barril!

Muita espuma no final do Barril

Você já enfrentou este problema?

A medida que o barril é consumido, começa a ficar mais difícil de servir na torneira, o líquido vai se tornando escasso, as bolhas ficam maiores, aumenta o desperdício e a situação só se agrava.

Por mais que o colarinho tenha funções importantes e imprescindíveis, tais como de proteção do líquido, apelo estético no copo, etc., espuma excessiva pode dificultar na hora de servir e impactar de forma negativa o seu lucro.

Porque isso acontece?

Para responder esta pergunta, precisamos pensar no que ocorre quando estamos extraindo a cerveja do keg.

No interior do barril, em um cenário ideal, o teor de CO2 (Dióxido de Carbono) presente no “headspace” ( espaço no topo do barril onde atua a pressão de CO2 para extração do líquido) deve ser o mesmo que o teor de CO2 presente na cerveja ( taxa de carbonatação).

Este é um sistema dinâmico, onde a busca pelo equilíbrio é constante.

Por exemplo:

Se em um determinado momento durante o consumo do barril, a quantidade de CO2 no “headspace” for menor que a quantidade de CO2 presente no líquido, a cerveja “perderá” CO2 para o “headspace” até que o equilíbrio seja restabelecido e neste caso, a cerveja pode ficar sem gás.

Outro cenário comum: se a quantidade de CO2 no “headspace“ for maior que o CO2 do líquido.

Para restabelecer o equilíbrio do sistema, a cerveja passa a absorver o CO2 proveniente do headspace, as bolhas aumentam e pode haver aumento da taxa de carbonatação da cerveja. Quando isso ocorre, a cerveja pode apresentar aumento excessivo da quantidade de espuma (muito CO2 para aquele determinado estilo).

A quantidade excessiva de espuma é mais comum no final do barril, pois nesta fase, o headspace é cada vez maior e por consequência, a respectiva quantidade de CO2 também se torna maior que a da cerveja a cada copo servido.

Se este keg for de um estilo com alto giro (pilsen, ale, etc.) e consumido em questão de horas, normalmente, não existe o problema da espuma.

No entanto, para outros cenários tais como, estilos com menor saída, câmara fria longe das torneiras (linhas longas), demanda por alta pressão de extração, cervejas com taxa de carbonatação muito distintas, temperatura alta, etc., a formação de espuma e perda da qualidade do líquido pode ocorrer facilmente.

Para resolução ou minimização deste desafio, recomendamos tentar reduzir a pressão da extração e trabalhar com misturas de CO2 e Nitrogênio que atendam as demandas de extração de cada estilo de cerveja.

Falaremos mais sobre isso em outros posts, não perca.

DÚVIDAS em Muita Espuma no Final do Barril!

Qualquer dúvida em relação ao tema “Muita Espuma no Final do Barril!”, por favor entre em contato.

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Misturador de Gases para Chopp

Misturador de Gases que possibilita a mistura de Dióxido de Carbono (CO2) e Nitrogênio (N2), proporcionando uma extração/dispensação de forma otimizada. Modelo 1 saída fixa.

Misturador de Gases para melhorar a espuma do chopp e da cerveja

Misturador de Gases que possibilita a mistura de Dióxido de Carbono (CO2) e Nitrogênio (N2), proporcionando uma extração/dispensação de forma otimizada. Modelo 1 saída dinâmica.

Misturador de Gases para Chopp

Misturador de Gases que possibilita a mistura de Dióxido de Carbono (CO2) e Nitrogênio (N2), proporcionando uma extração/dispensação de forma otimizada. Modelo 2 saídas fixas.

Misturador de Gases Dinâmico

Misturador de Gases que possibilita a mistura de Dióxido de Carbono (CO2) e Nitrogênio (N2), proporcionando uma extração/dispensação de forma otimizada. Modelo 2 saídas dinâmicas.